quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O Mecanico Peludo

O meu nome e Pedro. Tenho 35 anos, 1,72, 70 kg, moreno, peludo, cabelos e olhos castanhos e uma barba escura e serrada.

Adoro comer uma bunda de homem, principalmente se forem daqueles machoes brutamontes que nem eu. A historia que vou contar comecou ha seis meses e dura ate hoje.

Sempre levei meus carros em uma oficina mecanica pequena e onde o proprietario que se chamava Moises fazia as vezes de mecanico, pintor, e o que precisasse. ele era um cara legal, 42 anos, moreno, forte, um pouco barrigudinho, altura 1,75, sobrancelhas grossas e pretas e a barba sempre por fazer. Na minha cabeca imaginava ter alguma coisa com aquele homem, mas nao via chances para tentar, pois nosso assunto era apenas sobre o conserto do carro.

Certo dia meu carro me deixou na mao em plena rua. Eram 17hs, como tinha o tel celular de Moises e a oficina era proxima, resolvi ligar. Em 15 minutos ele ja estava no local. Examinou o carro, conseguiu faze-lo pegar mas me disse que teria que levar para a oficina pois o conserto so poderia ser feito la.

Entao entramos no carro, Moises dirigindo, e fomos para oficina. o visual daquele machao delicioso dirigindo meu carro me encheu de tesao.

Ele vestia um macacao azul, surrado, sujo de graxa, totalmente aberto , onde eu podia ver aquele monte de pelos escuros para fora, bracos fortes peludos e as maos grandes no volante do carro.
Sem que ele percebesse enquanto conversavamos eu olhava para seu volume, que era bem tentador, parecia ate que estava sem cueca, pois sua rola destacava-se no macacao azul. estava ali no lado esquerdo e so formato dela ja me provocava. no caminho ele puxou um assunto sobre um cliente que naquele dia tinha dado uma cantada nele, mas que ele nao havia topado, o interessante foi como ele falou:

Nao e que eu tenha nada contra, mas o cara tem que ser jeitoso, nao e um bagulhao daqueles que vai me fazer gozar.

Ao dizer isso, ele mexeu no saco de uma forma tentadora, e eu nem sei como consegui disfarcar, mas nada rolou no carro.

Ao chegarmos a oficina, Moises estacionou o carro e verificou novamente o motor, estava calor, a oficina ja fechada, ele entao abriu o macacao, deixando aquele torax lindo pra fora, ficou so com a calca. Os pelos nao se resumiam so ao torax, as costas tambem eram muito peludas, o que so aumentou meu tesao. eu nessa hora meio que vacilei, pois comecei a tremer de tesao e nervoso.

Entao marquei com ele para pegar o carro no outro dia, que seria uma sexta feira.

Quando sai, meu corpo fervia de tesao, minha cabeca fervilhava com perguntas que eu nao tinha respostas, pois eu acabara de perder uma chance de ouro para transar com aquele macho. Pensei que nao teria mais chance.

No dia seguinte, cheguei propositadamente no final do expediente, bati na porta e Moises veio atender.

Abriu a porta e la estava ele com o macacao pela cintura, aqueles pelos me tentando, minha vontade foi agarra-lo ali mesmo, mas me segurei. Quando nos falavamos senti que ele estava com um bafo de cerveja, e ja algo calibrado, pois andava ate meio tropego, isso me deixou bastante animado.

Depois de me mostrar o motor, ele encostou no carro e comecamos a conversar sobre o defeito(que ja estava sanado)

Durante a conversa ele alisava sua rola de uma forma carinhosa, como se quisesse que eu a pegasse. me olhava fixamente, com aquele olhar de gaviao. Eu ja nao me aguentava, entao fui direto no assunto:

- Sobre aquele seu cliente de ontem, e se fosse eu que te cantasse?

Quando falei, nem dei tempo para ele responder, logo peguei a rola na minha mao, e que delicia, era grande estava ainda adormecida, mas podia sentir toda aquela gostosura na minha mao.

Ele entao me disse: vamos la para dentro, a gente pode ficar mais a vontade.

Ao chegarmos num pequeno escritorio, ele foi logo descendo o macacao e falando:

- Vem, seu Pedro, chupa minha rola.

O visual nao poderia ser melhor, como imaginava ele estava sem cueca, a rola agora dura realmente era enorme, grossa, a cabeca roxa e brilhante de tanto tesao, o saco grande, com dois bagos enormes e pesados que mais pareciam dois pedregulhos, tudo isso no meio de duas coxas, grossas e peludas. nao podia ser melhor, alias era melhor do que eu imaginava.

Sem perder tempo, comecei a chupa-lo como se tivesse com um delicioso picole na mao, passava a lingua pela cabeca da rola dele que latejava de tesao, quando eu passava a lingua pelo saco e engolia os bagos Moises simulava uma punheta em camera lenta, apenas para aumentar seu tesao.

Alcancei a sua bunda e, como ele nao demonstrou rejeicao, mergulhei meus dedos por entre seu rabo. No meio de todos aqueles pelos, descobri seu cuzinho, que acreditem estava piscando, e isso mais aticava Moises. Seu suor escorria pelo seu corpo.

Passei a lamber toda sua virilha que estava toda suada, engoli seu saco cabeludo, chupava suas pernas, enfiei minha cabeca por entre seu sexo. Moises de pe com as pernas abertas e eu lambendo seu cuzinho, mordia a entrada, ele me chamava de seu macho, seu peludinho, me xingava de filho da puta.

Voltei a lamber sua virilha que tinha um sabor dos deuses. Abocanhei seu caralho, sugava com vontade. Moises me mandava chupar mais ainda.

- Vai meu macho! me chupa como homem, desgracado! isso me deixava louco de tesao.

Chupei com tanta furia e com tanta vontade que nao demorou muito e ele esporrou abundantemente na minha boca. Era cada jato, que quase engasguei. Parecia um cavalo gozando!

Sem perder tempo, ele mandou que eu tirasse a roupa, ate entao ainda estava vestido. Quando fiquei pelado, ele pediu para que eu o deixasse me comer, falei que nunca havia transado como passivo e que seu pau iria me arrebentar, ele entao foi pegar um pote de vaselina. Me agarrou com violencia, me colocou na posicao de frango assado e comecou a chupar o meu cu, me deixando louco. Depois encostou seu mastro na entrada do meu cu e comecou a forcar passagem, mas o pau dele era grande demais. De repente a cabeca do pau entrou mas automaticamente dei um pulo e o tirei de dentro de mim. Isso o deixou mais louco ainda. Com uma tesao sem tamanho, ele repetiu o processo, encostando de novo seu cacete na portinha. Eu parei de me debater e suava frio. Moises foi pressionando, firme. Comecou a doer e a arder. Num dado momento a resistencia ficou menor e ele empurrou tudo. Doeu muito e gritei. ele entao tirou rapidamente, me pedindo desculpa. Depois me virou de frente e abocanhou meu pau inteiro e comecou a me chupar. e o danado tinha experiencia! segurava a base do meu cacete e chupava com maestria e com a outra mao massageava minhas bolas, estava maravilhoso, aquela boca quente envolvendo meu pau, a barba aspera roçando meu saco.

- Da sua porrinha pro Moises! - ele disse. E chupava, engolia o cacete todo, lambia da base ate a cabeca, voltava a colocar todo ele em sua boca, vez por outra abocanhava minhas bolas chupando uma depois a outra, eu estava louco de tesao e gemia alto, acariciando sua cabeça. nao demorou muito e avisei que iria gozar. ele chupou ainda com mais vontade. abri minhas pernas, enquanto segurava a cabeça dele no meu pau. o gozo veio como uma explosao e os jatos encheram a boca do meu mecanico, que engolia tudo, sem desperdiçar nem uma gota. Depois ele se levantou e me beijou.

- Sua porra e legal - ele disse. - Tem gosto de cerveja.

Eu sorri, achando engraçado. Nunca tinha ouvido falar que porra tivesse gosto de cerveja.
Moises me abraçava, me beijava, roçava sua barba no meu peito peludo, lambia e chupava meus mamilos e me apertava com aquelas maos rudes de macho que pega no pesado.
Nao demorou muito e eu estava novamente de pau duro. Moises entao se colocou de 4 na minha frente e pediu:

- Vem, seu Pedro, fode meu cu!

Nao perdi tempo, peguei a vaselina, lambuzei seu cuzinho que piscava pedindo vara, lambuzei meu pau para que aquilo fosse o mais confortavel possivel para ele e para mim, e entao iniciei minha investida, seu cuzinho era delicioso, apertadinho, quente, uma maravilha! Fui vendo meu pau sumir dentro daquele mecanico como se estivesse sendo devorado, ele gemia e pedia mais, quando estava todo dentro fui iniciando um vai e vem, fui acelerando as entradas e saidas, tirava ate a ponta da cabecinha e enfiava tudo de novo com força, ele adorava.

- Me come com força, seu filho da puta! - ele pedia. - Me enfia esse caralho gostoso, meu macho.

Suas palavras me levavam ao delirio. Estava todo atolado na sua bunda, que cena linda, ver aquele puta machao de quatro, eu por cima segurando os seus quadris, enfiando e saindo, ele rebolando e pedindo mais vara era simplesmente o maximo. Com meu pau todo la dentro, montei nele e enfiava a lingua na sua orelha. Ja estava perto do gozo, quando ele disse que queria cavalgar, eu aceitei. Fiquei de barriga pra cima e ele sentou gostoso. Senti seu cu engolindo minha vara inteira de uma so vez. Seu pau comecou a bater em minha barriga, de tao grande que era. Me puxou e nos abracamos, ele com minha rola toda enterrada em seu cuzinho.

Beijei-o muito gostoso. Como beija aquele mecanico! Comecei a bater uma punheta pra ele que rapidamente avisou que ia gozar. Sem tirar o pau de dentro do seu cu, ergui a cabeca e abocanhei seu pau que jorrou aquela porra quentinha e gostosa, agora em muito menos quantidade que da primeira vez. Engoli novamente com vontade, enquanto gozava dentro dele, deixando aquele rabo completamente encharcado de porra.

Ficamos nessa posição ate voltarmos ao folego normal Finalmente nos levantamos e fomos tomar um banho mangueira nos fundos da oficina.

Depois fomos tomar uma cerveja e, como estava ficando tarde, ele me pediu se podia deixa-lo em casa. Dei carona pra ele e me convidou a entrar. Ja no apartamento, ainda nos restou um pouco de forcas para caricias multiplas, explorando os nossos corpos ao mesmo tempo que nos beijavamos ardentemente, tocando bigode com bigode, lingua com lingua, eu sentindo sua barba, seu cheiro de macho... que delicia!...

Isso aconteceu ha 6 meses, de la pra ca meu carro nao deu mais nenhum defeito, mas sempre que da, eu e Moises nos encontramos para uma boa trepada entre machos.